A praia
Sempre a correr, a Eva e a Vanessa chegaram mesmo em cima da hora à estação e ainda tinham de comprar o bilhete. Destino: a praia. Foram até às máquinas automáticas, mas não conseguiram encontrar o seu destino. " Não pode ser, tenta outra vez! ". Depois de percorrerem mais três vezes as listas com todos os destinos, acabaram por encontrá-lo! " Carrega, depressa! ". Estavam prestes a perder o comboio e os nervos estavam a aumentar. A máquina fazia coisas muito estranhas, Não obedecia! " Não me deixa marcar dois bilhetes! "
" Bem, então compramos um de cada vez, despacha-te! ". Por fim, a Eva conseguiu comprar o seu bilhete... Agora só faltava o da Vanessa. Pela segunda vez, a rapariga procurava o seu destino. " Mas isto diz D.E.P. em todo o lado! O que é D.E.P.? Onde está o nosso destino? ". Mesmo no último momento, a Vanessa encontrou-o e comprou o bilhete. Só faltava recolhê-lo e saíam a correr para o comboio. Mas... não podia ser! O que seria aquilo?! Uma brincadeira de mau gosto? A Vanessa recolhia o seu bilhete horrorizada pois estava manchado de sangue e dizia:" Menina Vanessa Garcia, Descanse Em Paz. Nunca mais voltaremos a vê-la. " Pouco depois, a Vanessa morreu de uma causa desconhecida...
" Bem, então compramos um de cada vez, despacha-te! ". Por fim, a Eva conseguiu comprar o seu bilhete... Agora só faltava o da Vanessa. Pela segunda vez, a rapariga procurava o seu destino. " Mas isto diz D.E.P. em todo o lado! O que é D.E.P.? Onde está o nosso destino? ". Mesmo no último momento, a Vanessa encontrou-o e comprou o bilhete. Só faltava recolhê-lo e saíam a correr para o comboio. Mas... não podia ser! O que seria aquilo?! Uma brincadeira de mau gosto? A Vanessa recolhia o seu bilhete horrorizada pois estava manchado de sangue e dizia:" Menina Vanessa Garcia, Descanse Em Paz. Nunca mais voltaremos a vê-la. " Pouco depois, a Vanessa morreu de uma causa desconhecida...
Cemiterio
Á muitos anos atrás, um grupo de amigos em Ouro Preto - MG, resolveu fazer uma aposta; entrar a meia-noite numa cova aberta em um cemitério. Todos os cinco entraram, mas o último, ao sair da cova gritou de horror... alguém o segurava e o puxava para dentro da cova. Apavorados, os outros quatro fugiram. No dia seguinte encontraram um jovem de mais ou menos 25 anos, com os cabelos totalmente grisalhos, e expressão de horror, morto, dentro da cova aberta e vazia. Às suas calças estava agarrado um pedaço de raiz, que o prendeu, e o matou de susto...
Os amigos
Era uma vez um grupo de amigos chamados Rita, Paulo, Bruna, Rafael e Ana Filipa.
A escola onde eles andavam era dividida em quatro blocos. Eram demasiados portanto. Como tal, não havia professores suficientes para se dar aulas nesse bloco. Como não era usado para nada, os professores começaram a ir para lá preparar as suas aulas.
Quando o grupo de cinco amigos deu conta de que isso acontecia, ficaram com curiosidade em saber o que tão misterioso tinha aquele bloco, já que nunca tinham visto os professores saírem de lá. Eles no início apenas achavam que, por coincidência, nunca tinha acontecido. Mas, passado algum tempo, começaram a estranhar imenso. Já não podia ser coincidência. Algo se passava. A verdade é que nunca ninguém tinha visto sair de lá algum professor. E também era verdade que eles não voltavam à escola para dar aulas. Mas era impossível saber o que se passava, porque qualquer pessoa que lá entrasse, não voltava a sair. Simplesmente desapareciam sem deixar qualquer rasto...
A escola onde eles andavam era dividida em quatro blocos. Eram demasiados portanto. Como tal, não havia professores suficientes para se dar aulas nesse bloco. Como não era usado para nada, os professores começaram a ir para lá preparar as suas aulas.
Quando o grupo de cinco amigos deu conta de que isso acontecia, ficaram com curiosidade em saber o que tão misterioso tinha aquele bloco, já que nunca tinham visto os professores saírem de lá. Eles no início apenas achavam que, por coincidência, nunca tinha acontecido. Mas, passado algum tempo, começaram a estranhar imenso. Já não podia ser coincidência. Algo se passava. A verdade é que nunca ninguém tinha visto sair de lá algum professor. E também era verdade que eles não voltavam à escola para dar aulas. Mas era impossível saber o que se passava, porque qualquer pessoa que lá entrasse, não voltava a sair. Simplesmente desapareciam sem deixar qualquer rasto...
‘Gang Boca à palhaço’ aterroriza portugueses
O alerta para um gang que andaria a cortar a cara de jovens de orelha a orelha, para ficarem com a ‘boca à palhaço’ está a causar o pânico entre a população de Faro mas a PSP garante que não há registo de qualquer situação do género.
Ontem vários pais contactaram o CM, por terem medo de enviar os filhos para a escola. As crianças tinham-lhes dito que um gang sequestrava jovens raparigas e lhes dava a escolher entre a violação, a morte ou ficarem com a ‘boca à palhaço’. Quando as vítimas escolhiam a última opção, era-lhes cortada a boca de orelha a orelha.
O ‘alerta’ espalhou-se por SMS e mails que referiam casos ‘reais’, em Faro, mas também em Olhão ou Quarteira. Em alguns casos, era mesmo referido que o gang seria composto por cinco elementos. Os relatos falavam também numa situação em que a jovem teria sido sequestrada com os pais.
Ontem, mesmo depois de um primeiro desmentido da PSP, publicado no domingo pelo CM, o rumor continuava a correr e a provocar o alarme entre pais e jovens.
"É totalmente infundado", reafirmou, ao CM, o intendente Vítor Rodrigues, comandante da PSP no Algarve. "Verificámos junto de hospitais e até do INEM e não há conhecimento de nenhuma jovem que esteja internada vítima de um crime desse género", acrescentou.
Vítor Rodrigues refere, ainda, que este rumor "é uma situação que já se verificou em outras cidades", como Évora, Santarém ou Lisboa, onde o gang atacaria no Bairro Alto. Em nenhuma se verificaram casos do género. A PSP não sabe, por outro lado, qual a intenção dos autores dos SMS e mails em lançarem o boato.
Ontem vários pais contactaram o CM, por terem medo de enviar os filhos para a escola. As crianças tinham-lhes dito que um gang sequestrava jovens raparigas e lhes dava a escolher entre a violação, a morte ou ficarem com a ‘boca à palhaço’. Quando as vítimas escolhiam a última opção, era-lhes cortada a boca de orelha a orelha.
O ‘alerta’ espalhou-se por SMS e mails que referiam casos ‘reais’, em Faro, mas também em Olhão ou Quarteira. Em alguns casos, era mesmo referido que o gang seria composto por cinco elementos. Os relatos falavam também numa situação em que a jovem teria sido sequestrada com os pais.
Ontem, mesmo depois de um primeiro desmentido da PSP, publicado no domingo pelo CM, o rumor continuava a correr e a provocar o alarme entre pais e jovens.
"É totalmente infundado", reafirmou, ao CM, o intendente Vítor Rodrigues, comandante da PSP no Algarve. "Verificámos junto de hospitais e até do INEM e não há conhecimento de nenhuma jovem que esteja internada vítima de um crime desse género", acrescentou.
Vítor Rodrigues refere, ainda, que este rumor "é uma situação que já se verificou em outras cidades", como Évora, Santarém ou Lisboa, onde o gang atacaria no Bairro Alto. Em nenhuma se verificaram casos do género. A PSP não sabe, por outro lado, qual a intenção dos autores dos SMS e mails em lançarem o boato.
Assombração do 5º andar

No condomínio que morei ,quando criança, existiam varias lendas de assombrações e cemitérios escondidos em baixo dos predios, cada bloco tinha uma assombração de estimação, mas nenhum dos blocos superava o bloco 5, varias pessoas chegaram a se mudar dali para fugir das assombrações. Toda semana acontecia algo assombroso no bloco 5, quando a minha mãe (que era a sindica) precisava ir ao bloco 5, ela se benzia e rezava antes de colocar os pés naquele bloco, esse bloco era tão assombrado que ganhou o apelido de “Bloco Zé do Caixão”.
Eu e outras crianças do condomínio morríamos de vontade de ver uma assombração, algumas vezes agente ia brincar no bloco 5 só para ver se agente via algo, mas apesar de algumas janelas batendo sozinhas (e sem vento) e alguns barulhos estranho, agente nunca tinha visto nada. Um dia decidi fazer um grupo para explorar o bloco 5 a noite, convidei um amigo que convidou outro amigo, que convidou mais dois... no final das contas tinham 15 crianças querendo passar a noite em claro na procura por assombrações. Agente acabou decidindo de fazer essa “expedição” (para quem era criança aquilo era um maximo) num final de semana, das 15 crianças apenas 5 tiveram coragem para enfrentar o desafio... ficou combinado que agente iria pousar na casa do Marquinho e a noite agente iria sair de fininho (como a mãe do Marquinho tomava remédios para dormir e uma vez dormindo ela não acordava nem com um terremoto, iria ser fácil sair de fininho), ficou combinado também que cada um iria levar um suprimentos para ajudar a passar a noite, quem não pudesse levar suprimentos teria que levar algo para ajudar na caçada ( lanterna, mochila, crucifixo, alho, estilingue...).
Como combinado, fomos passar a noite na casa do Marquinho, colocamos os pijamas e fingimos que fomos dormir, quando escutamos os roncos da mãe do Marquinho, agente trocou de roupa, pegou os suprimentos e etc, e saímos de fininho pela porta.
Estávamos todos excitados, era a primeira vez que a maioria ficava acordada após a meia noite. Cortamos caminho pelo bosque, sempre tomando cuidado para não ser pegos pelo segurança (como ele vivia dormindo, não iria dar problemas). A noite tudo fica mais assustador, apesar de contentes pela aventura, estávamos com tanto medo que ninguém se desgrudava do grupo. A parte mais assustadora foi entrar no bloco 5 depois da meia noite, ele já era macabro de dia, a noite ele ficava mais macabro ainda. Pé por pé agente começou a explorar o bloco 5, começamos no térreo e pelas escadas nos fomos andar por andar, ate chegar no 6° andar, que era o ultimo, dai decidimos descer andar por andar. Procurando em todos, agente subiu do térreo para o 6° andar diversas vezes, sempre a procura de assombrações e filmando tudo, tinhamos levado uma câmera, já que gravar um filme de um fantasma iria ser uma boa prova e uma boa oportunidade de aparecer na TV.... agente começou a gravar tudo, mas depois começou a acabar a fita e a bateria, então desligamos a bendita filmadora e só ligaríamos de novo quando encontrássemos um fantasma.
Depois de 2 horas de buscas, bateu uma fominhaaaaa... nos juntamos nas escadas e montamos um piquenique ali mesmo. No final do piquenique escutamos algo como um choro de criança, todos se borraram de medo, apesar das penas estarem tremendo eu desci as escadas, alem de me arrastar eu tive que arrastar os outros, fomos ate a origem do som, o andar térreo. Ligamos a filmadora e procuramos a assombração, então começamos a ouvir dois barulhos vindo do mesmo lugar, parecia dois bebes chorando. Andamos de um lado para o outro procurando a assombração, acabamos encontrando um casal de gatos namorando... foi um alivio... depois ficamos com raiva e chutamos os gatos no que estavam no cio...
Já eram quase 5 da manha e nada de assombração, espírito, fantasma, capeta, saci, mula sem cabeça, cuca... nadaaaaa, agente procurou, procurou e nada. Estávamos decidindo desistir da idéia de achar um fantasma, nos juntamos no 2° andar para decidir se agente ficava mais um pouco ou ia embora. Começamos a discutir se ficávamos mais um pouco ou não, nossa conversa foi interrompida por passos subindo as escadas, “puta merda! Tem gente vindo e vai nos ver...” (pensei comigo), ficamos morrendo de medo de ser o vigia e que ele nos dedurasse para nossos pais. Para nossa surpresa era uma menina da nossa idade que saiu do vão das escadas, ela era pálida e usava uma camisola que arrastava no chão, ate ai tudo bem, não tinha nada de mais, ela foi pra o outro lado do corredor e entrou em um dos apartamentos, mas detalhe... ela entrou sem abrir a porta que estava fechada... Vixi... quando agente se tocou no que acabava de acontecer, saímos vuando dali direto para o ap do Marquinho. Agente passou o resto da noite sem dormir, com medo da assombração voltar, a maioria ficou uma ou duas semanas sem dormir e nenhum de nós ousou sequer a passar perto do bloco 5 de novo...
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